26 de Maio de 2010

Dica de Rádio Frequência: Coleta e Entrega Móvel

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Notícias e Curiosidades, RFID - Rádio Freqüência

Automatize a coleta de informações sobre envio e aumente a precisão dos relatórios sobre carga de reboques. Utilize as informações recolhidas dos códigos de barras ou das etiquetas de identificação de radiofrequência (RFID) para rastrear o frete que está saindo e criar rotas e planejamentos de carga otimizados.

coletor - coletor de dados

Os terminais móveis e os leitores RFID ajudam a eliminar erros de carga e agilizam o tempo de entrega ao oferecer aos seus funcionários da plataforma de carga informações em tempo real e aos seus motoristas fácil acesso a detalhes do manifesto.

Benefícios:
Utilize dados em tempo real para supervisionar e gerenciar as coletas e as entregas
As Soluções para coleta e entrega móvel mantêm você e seus clientes informados sobre o estágio do frete a todo momento. Com nossos terminais móveis, é possível ler e transferir os detalhes do acompanhamento que os clientes usam para gerenciar suas redes de fornecimento, reduzir os encalhes, planejar as promoções ou fazer um acompanhamento dos pacotes. Além do mais, pode-se maximizar a produtividade da frota programando as coletas juntamente com as entregas.

Agilize seus processos de pós-entrega
Com as Soluções para coleta e entrega móvel, não só é possível otimizar as atividades de envio como também aumentar as eficácias das funções administrativas transmitindo a informação adequada sobre comprovante de entrega, agilizando as atividades de coleta e eliminando o trabalho administrativo desnecessário.

Reduza os custos e elimine a papelada
As Soluções para coleta e entrega móvel automatizam a coleta e o processamento da informação de envio, aumentando a precisão dos relatórios de carga dos reboques. Pode-se utilizar a informação recolhida dos códigos de barras ou das etiquetas de identificação de radiofrequência (RFID) lidas, para se fazer um acompanhamento do frete que está saindo e criar planejamentos de rotas e cargas otimizados.

Agilize as entregas de acordo com o planejamento prévio
Utilizar nossas soluções para gerar informação precisa para a rota, a programação e a carga de fretes ajudará a garantir que o frete indicado encontra-se no caminhão adequado e no pedido correto desde o início.

25 de Maio de 2010

A substituição tributária como instrumento de justiça social

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Automação Comercial, Varejo

A substituição tributária progressiva ou “para frente” é um eficiente mecanismo de arrecadação do imposto sobre circulação de mercadorias e serviços, o ICMS, que atribui ao estabelecimento remetente a responsabilidade pelo pagamento antecipado do imposto relativo às operações posteriores até o consumidor final, utilizando-se, para tanto, de uma base de cálculo presumida.

Ou seja, pelo sistema de substituição tributária, o ICMS passa a ser recolhido na origem e de uma só vez. Como exemplo, podemos citar o caso da indústria que vende determinado produto, recolhe o ICMS devido na operação própria e também o imposto (ICMS-ST) que seria devido pelo distribuidor e pelo varejista.

No que toca à sua legalidade, o instituto da substituição tributária possui amparo na Constituição Federal (§ 7º do art. 150) e na Lei Complementar n° 87/96 (art. 6º), a Lei do ICMS, caracterizando-se como técnica de tributação que objetiva simplificar e racionalizar a tributação, coibir a sonegação fiscal e combater a concorrência desleal no meio empresarial, sem, contudo, resultar em qualquer tipo de aumento da carga tributária. Além disso, na hipótese do fato gerador presumido - que serviu de base à substituição tributária - não ocorrer, o Estado deverá proceder à devolução do ICMS-ST recolhido.

Em dezembro de 2009, Santa Catarina, seguindo o exemplo das unidades da Federação mais desenvolvidas economicamente, celebrou 14 novos protocolos de substituição tributária com os estados de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná, os quais entraram em vigor a partir de 1º de maio de 2010. O regime de substituição tributária foi implementado tanto nas operações internas como nas interestaduais, abrangendo operações com alimentos, artefatos de uso doméstico, instrumentos musicais, materiais de construção, material de limpeza, material elétrico, brinquedos, eletroeletrônicos, ferramentas, artigos de papelaria e bicicletas.

Além dos citados, Santa Catarina já instituiu o regime de substituição tributária para outros segmentos de produtos, tais como combustíveis, automóveis, motocicletas, autopeças, colchoaria, cosméticos, medicamentos, cimento, tintas, lâmpadas, cigarros, pneus, cerveja, refrigerantes e sorvetes.

Os Estados que implantaram o mesmo conjunto de protocolos de substituição tributária, no ano de 2009, obtiveram índices de incremento de arrecadação do ICMS entre 23% e 120% nos segmentos abrangidos. Isto sem onerar o contribuinte ou o consumidor final com a elevação da carga tributária, apenas utilizando-se desta poderosa ferramenta para inibir a sonegação fiscal e seus efeitos deletérios sobre a economia e a concorrência comercial.

Portanto, o regime de substituição tributária somente acarreta ônus àqueles contribuintes que sonegam o ICMS e não emitem a nota fiscal. Em Santa Catarina, não há de ser diferente e, com certeza, a sistemática da substituição tributária contribuirá para o incremento da arrecadação estadual e para o alcance da tão almejada justiça fiscal.

Amery Moisés Nadir Júnior é gerente de Substituição Tributária da Secretaria da Fazenda de Santa Catarina.

14 de Maio de 2010

Como expandir uma rede no varejo: pelo simples, real ou presumido?

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Notícias e Curiosidades, Varejo

Existem no mercado corporativo algumas soluções estratégicas para expandir uma rede de varejo e, dentre elas, as mais utilizadas são: o sistema de franquias, a abertura de capital e o crescimento através de investimento próprio.

Contudo, e anterior a esta decisão, o empresário costumeiramente inicia suas operações com um pequeno varejo e, na sua grande maioria, sua tributação, salvo dispositivo em contrário, é apurada através do Simples Nacional.

Permanecer neste regime de tributação é aparentemente interessante e lucrativo, portanto, torna-se natural a tendência da abertura de novas lojas utilizando o mesmo esqueleto de negócio. Ocorre que, para isso se tornar viável, é necessário o envolvimento de um novo empresário, normalmente “escolhido” entre os familiares do empresário original.

A cada expansão, um terceiro parente se torna presente, até o momento em que o valor do faturamento adquirido por um número de lojas excede a faixa limite do Simples Nacional, acarretando automaticamente sua exclusão. Por outro lado, ocorre a carência de novos empresários disponíveis. É neste lapso que o principal executivo da empresa se vê diante de um grande dilema: permanecer no Simples ou migrar para outro regime de tributação?

Normalmente, quando isto acontece, a rede já está de alguma forma fragilizada e a solução mais adequada para este problema chama-se elisão fiscal, mais conhecida como planejamento tributário. Este novo projeto jurídico fiscal, que deverá ser realizado por um advogado tributarista, terá como objetivo identificar qual a forma mais econômica para alavancar a lucratividade da empresa, assim como, planejar a sua correta expansão.

Vale destacar que ter muitas unidades no Simples Nacional não significa estar com a estratégia mais eficaz para a obtenção de lucros, já que no Lucro Real, por exemplo, grande parte dos custos gastos pelas lojas são passíveis da dedutibilidade. Já o Lucro Presumido, no qual os tributos são pagos através de alíquota derivada do faturamento bruto das lojas, nem sempre é o mais indicado.

No mais, é notório que a Receita Federal vem se ampliando e aperfeiçoando rapidamente seus mecanismos de fiscalização, obrigando o empresário que tem interesse em expandir sua rede de lojas a agir amparado na consultoria de profissionais competentes, que conheçam profundamente o mercado de varejo, suas oportunidades e, profundamente, as nuances da legislação.

Com o apoio de um criterioso planejamento tributário é possível auferir previamente quais são as vantagens e desvantagens financeiras em estar em um determinado regime de apuração e, assim, apresentar claramente ao empresário as melhores soluções para conquistar todos os seus objetivos.

AUTOR: Tiziane Machado
FONTE: www.varejoconteudoeopiniao.com.br

14 de Maio de 2010

Dior Cosmotic chega ao Brasil

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Notícias e Curiosidades, Varejo

O projeto abrange São Paulo, Brasília, RJ, Salvador e Fortaleza
Seguindo a estratégia mundial da marca e visando a oportunidade de crescimentos ambiciosos em um país em destaque no cenário econômico mundial como o Brasil, a filial brasileira da Parfums Christian Dior fará investimentos arrojados em 2010, apostando em espaços de beleza personalizados. O plano abrange além da capital paulistana e interior do estado, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Fortaleza com projetos ambiciosos para o segundo semestre.

O plano de investimento segue a proposta de alinhamento mundial, garantindo uma comunicação única para a Dior em qualquer perfumaria ou loja de departamento de luxo do planeta. Os móveis são desenhados na França e seguem a arquitetura Cosmotic, denominação do design e imagem dos counters da marca.

14 de Maio de 2010

Varejo tem crescimento recorde no trimestre

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Notícias e Curiosidades, Varejo

O aumento da renda familiar, a queda do desemprego e a maior oferta de crédito no mercado impulsionaram o comércio varejista na região metropolitana de São Paulo no primeiro trimestre. Divulgada hoje pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), a Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV) aponta crescimento de 11% no faturamento real do setor em relação aos três primeiros meses de 2009. Na comparação trimestral, a alta é a maior registrada na série mais recente do indicador, iniciada em 2000.

O resultado foi puxado pelo desempenho do comércio varejista no mês de março, que registrou crescimento de 13,6% no faturamento ante o mesmo mês do ano passado. Os economistas da entidade observam que, no primeiro trimestre de 2010, a massa de rendimentos na região metropolitana cresceu 2% ante o mesmo período de 2009, de acordo com informações do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). O nível de desemprego ficou num dos menores patamares dos últimos anos, flutuando ao redor dos 8%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os analistas observaram ainda que a concessão de crédito para as pessoas físicas cresceu 22% ante o mesmo intervalo de 2009, segundo dados do Banco Central (BC), o que dilatou os prazos e ofereceu financiamentos a custos menores aos consumidores. “Os paulistas estão mais propensos ao consumo e dispostos a manter esse ritmo de compras nos próximos meses”, avalia Altamiro Carvalho, economista da Fecomercio-SP.

A alta trimestral do indicador foi puxada pelos setores que têm maior peso no varejo: Supermercados (3,4%) e Comércio Automotivo (16,8%). De acordo com a entidade, a venda de bens básicos, como alimentos e produtos perecíveis, segue em trajetória de crescimento desde o fim de 2009. Em março, o segmento registrou alta de 7,1% ante o mesmo mês do ano passado. Os economistas da Fecomercio-SP salientam que a base comparativa é relativamente alta, uma vez que, durante a crise financeira mundial, os consumidores direcionavam suas compras essencialmente para os bens de consumo não-duráveis, caso principalmente dos alimentos.

O desempenho do Comércio Automotivo no primeiro trimestre deste ano é creditado pela entidade à antecipação do consumo com vistas ao retorno da cobrança integral do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de veículos zero, que voltou ao atual patamar em 31 de março. O segmento, que registrou quedas consecutivas no primeiro semestre de 2009, voltou a registrar altas na segunda metade do ano passado e segue em trajetória de crescimento, devido aos benefícios fiscais concedidos pelo governo federal.

Carvalho acredita que o setor deve iniciar movimento de baixa nos próximos meses, ainda que o consumidor continue a ser beneficiado por preços promocionais, dada a intenção dos fabricantes de manter os preços dos automóveis sem o repasse total do retorno do IPI.

Entre os outros segmentos que integram a pesquisa, quatro apresentaram alta no faturamento real no primeiro trimestre deste ano e dois registraram baixa. O setor de Vestuário, Tecidos e Calçados teve salto de 14,4% ante o mesmo período do ano passado, seguido pelos segmentos de Móveis e Decorações (13,6%), Farmácias e Perfumarias (13,2%) e Eletrodomésticos e Eletrônicos (12%). Os setores que apresentaram retração foram o de Departamentos (baixa de 1,7%) e de Material de Construção (recuo de 1,5%). De acordo com a entidade, a tendência é de que todos os setores cresçam a taxas moderadas nos próximos meses.

Fonte: O Estado de São Paulo

14 de Maio de 2010

Como preparar sua loja para vender mais

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Notícias e Curiosidades, Varejo

Diz o ditado que “quem vê a cara não vê o coração”. Muito singelo e romântico quando se trata de amor ao próximo, porém, sem qualquer aplicação ao comércio, pois em um mercado competitivo e com os clientes cada vez mais exigentes e seletivos, a “cara” do estabelecimento será totalmente responsável pela quantidade de visitas que o mesmo passará a ter.

Podemos entender que a “cara” de uma loja seja exatamente sua área externa, ou seja, a fachada. A fachada é toda a área frontal da loja, incluindo muros, paredes, luminosos e demais equipamentos de comunicação.

Para que uma loja se diferencie de seus concorrentes deve causar um primeiro impacto que seja positivo e eficaz. A utilização de cores adequadas em fachadas e a arte dos luminosos podem transmitir vários significados diferentes que poderão ou não chamar a atenção dos clientes.

A fachada da loja deve despertar o interesse dos clientes logo nos primeiros segundos, caso contrário, passará despercebida. Para que o cliente seja ainda mais atraído é importante que a vitrine auxilie no destaque da loja e dos produtos. Caso não exista vitrine em sua loja, procure adequar as sugestões deste artigo ao acesso da loja e áreas nobres de exposição dos produtos.

A vitrine deve ser renovada com frequência. Esta renovação tem várias finalidades: mostrar os tipos, modelos e cores de produtos, evitar o cansaço pela falta de criatividade e até mesmo manter a boa conservação dos produtos expostos, pois, caso sofram com a incidência do sol, podem vir a perder suas características como cores, textura e qualidade.

Uma vitrine adequada mantém boa harmonia entre os itens expostos. Esta harmonia auxilia na identificação dos produtos e com os ambientes que seus clientes poderão utilizá-los, por exemplo. Misturar produtos com outros que não têm aderência ao seu uso ou ambiente pode desvalorizar os mesmos e não causar uma boa impressão.

A vitrine temática desperta a atenção, fica mais bonita e destaca melhor os produtos. Aproveite para fazer decoração de verão, outono, dia das mães, dia dos pais, dia das crianças entre outros, pois isso sempre colabora na persuasão indireta dos clientes. Mas não se apegue apenas a datas comemorativas. Crie com frequência ambientes de acordo com o estilo de seus produtos. O importante é os clientes se identificarem com o que está sendo exposto e ter seu desejo de compra ampliado.

Procure conciliar a criação dos ambientes e decoração da vitrine de forma a manter uma identidade junto à imagem da empresa. Assim, cria-se uma identificação visual clara junto aos clientes e, sempre que desejarem determinados produtos, irão se lembrar primeiramente de sua loja.

Aproveite para trabalhar com variação de cores nas paredes ou móveis e equipamentos, no interior de sua loja. De acordo com o perfil de sua loja e seus clientes, utilize cores mais alegres ou neutras, frias ou quentes, de forma a aumentarem a harmonia no ambiente e torná-lo ainda mais agradável. Caso tenha painéis com imagens, divulgando os produtos, utilize-os também, mas sem exageros.

FONTE: www.varejista.com.br
AUTOR: Wagner Campos

14 de Maio de 2010

10 passos para entrar no varejo virtual

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Automação Comercial, Varejo

As vendas pela internet vêm crescendo expressivamente. Segundo pesquisa da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit, de 2008 para 2009, houve aumento de 30% no volume de vendas, alcançando uma receita bruta de R$ 10,6 bilhões. E o mesmo crescimento é esperado para este ano. O número de consumidores que fizeram compras na internet no ano passado também cresceu - um terço: são agora 17,6 milhões de pessoas. Para 2010, a expectativa, igualmente otimista, é de que o número chegue a 23 milhões.

Outra pesquisa, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) feita com 500 micro e pequenas empresas paulistas, mostrou que no estado cerca de 30% das MPEs compram ou vendem pela internet. Em comparação com as empresas grandes, o número ainda é muito baixo. Das 70% que não realizam negócios pela internet, 47% declararam que não precisam usar esse canal e 19% admitiram falta de estrutura e conhecimento para utilizar as ferramentas de comércio eletrônico. A superintendente de marketing da ACSP, Sandra Turchi, desconfia das declarações. “Muitos entrevistados dizem que não se interessam pela internet por total desconhecimento de como usar a ferramenta, mas não querem admitir na pesquisa”, diz ela.

varejo - varejo

O velho medo de ter os dados roubados em alguma transação - como número de cartão de crédito e endereço da residência, por exemplo - diminuiu muito; os problemas agora são outros. “O furto do número do cartão se dá de várias maneiras, pode ocorrer até num posto de gasolina desconhecido. Os maiores desafios da venda online hoje são o processo logístico e o atendimento correto ao cliente”, afirma Sérgio Herz, diretor financeiro e de novas tecnologias da Livraria Cultura.

De olho no crescimento do setor e na oportunidade que ele representa para os pequenos empreendimentos, Pequenas Empresas & Grandes Negócios conversou com especialistas para trazer aos leitores os dez pontos mais importantes para atentar ao entrar no varejo virtual.

1- Entenda esse mercado e como sua empresa pode entrar nele

A ideia de que o negócio virtual é mais barato, não precisa de um plano de marketing e de pesquisas fundamentadas com profissionais do mercado é um dos principais fatores do fracasso. A afirmação é de Natan Sztamfater, diretor da PortCasa.com.br, loja virtual de cama, mesa e banho, que fez especialização em mídias digitais pela Fundação Getulio Vargas, em artigo escrito para a PEGN.

De acordo com ele, é necessário analisar a concorrência e a viabilidade de venda na web de determinada linha de produtos. Sztamfater sugere as seguintes perguntas: “Esse produto vai vender na web? Já está saturado na internet? Mesmo que a resposta da última pergunta seja não, o produto é próprio para venda na internet?”

As categorias de produtos que puxaram o volume das vendas no ano passado foram livros, saúde, beleza e medicamentos, eletrodomésticos, informática e eletrônicos, segundo pesquisa da consultoria e-bit. O diretor geral da instituição, Pedro Guasti, aconselha a investir em nichos e diferenciação. “O pequeno empresário não tem fôlego para brigar com os grandes, que podem conseguir preços melhores devido ao grande volume de vendas”. Os únicos produtos que, segundo ele, ainda têm entraves para vender online são roupas, por causa da falta de padronização no tamanho, e material de construção, tão grande e pesado que torna o frete inviável. De resto, diz ele, é possível vender tudo.

2- Legalize a sua empresa

É indispensável ter a documentação do empreendimento em dia. Ter a empresa legalmente estabelecida, com CNPJ, é essencial para não se tornar um vendedor de e-commerce informal. Além disso, diz Guasti, sem a papelada você não pode oferecer nota fiscal nem garantia, e o consumidor fatalmente não vai se sentir seguro para comprar em sua loja.

3- Escolha uma plataforma de vendas adequada

A plataforma de comércio eletrônico nada mais é do que um conjunto de mecanismos que rege as vendas. Hoje existem no mercado diversos fornecedores especializados que podem oferecer plataformas e soluções a preços acessíveis. Quanto investir nela? Depende de seu bolso e de seu plano de negócios, responde Guasti. “Você pode investir R$ 1 mil, R$ 5 mil ou R$ 1 milhão. Se o empreendedor não tiver experiência, sugiro uma mais simples e mais barata”.

Mas não abuse do preço baixo também, é o que afirma Natan Sztamfater. Escolher uma plataforma com tecnologia de baixa qualidade é outro fator de fracasso no mundo virtual. Ele sugere ter como base modelos de e-commerce que atuam no mesmo mercado que o seu e já possuem sistemas adequados para o giro do negócio. A plataforma deve estar preparada para integrar-se com ferramentas de análise de resultados na web, como o Google Analytics, por exemplo.

O site da Livraria Cultura, criado em 1995, e o da Flores Online, em 1998, foram desenvolvidos a partir do zero, principalmente porque na época não havia tantas plataformas disponíveis no mercado. O site da rede de sebos Estante Virtual também foi customizado e tem uma equipe de desenvolvedores, mas é porque suas operações de venda envolvem muitos sebos e é mais complexa. Para além disso, diz Guasti, não é necessário investir em um sistema próprio. “Se você for abrir uma loja tradicional, não precisa reinventar a roda, existem modelos prontos no mercado que custam pouco”, diz.

4- Soluções de pagamento

Um dos quesitos que a e-bit leva em conta em sua avaliação do serviço online de uma empresa é a solução de pagamento. Quanto mais opções disponíveis, mais dor de cabeça para a empresa. Não é necessário ter as 17 alternativas de pagamento relacionadas no site da consultoria. “É legal escolher um banco ou dois para oferecer o pagamento por boleto”, diz Pedro Guasti, diretor geral da e-bit.

O boleto é responsável por 30% do volume de pagamentos no site da Livraria Cultura. Os outros 70% vêm de pagamentos com cartão. As outras formas de pagamento, como depósito automático e em dinheiro, diz ele, são um pouco redundantes, e a empresa não deixa de faturar por causa disso.

Para pequenos negócios, Guasti recomenda cuidado com algumas práticas de fraude, como o cliente que confirma o pagamento mas não o efetua, o chamado chargeback. Além disso, muitas vezes o empresário não tem a expertise exigida para lidar com grandes empresas de cartão, como a Visanet ou a Redecard. Por isso, ele sugere parceria com meios de pagamento voltados para a internet, como o Pagamento Digital, que também cobra uma taxa, mas protege tanto o consumidor, permitindo que ele suspenda o pagamento de um produto não entregue, quanto o empresário dessas fraudes de pagamento.

5- Faça pesquisas de satisfação e avaliação da marca

É importante saber a opinião do internauta e do consumidor sobre a sua loja e, mais importante, sobre o seu site. Crie um canal de comunicação com o cliente que permita a ele avaliar o serviço prestado e o site. Para melhorar a qualidade do serviço, ele é o melhor parceiro da empresa.

“Por exemplo, se um site é simples e bem explicado, será que precisaríamos de atendimento por telefone?”, pergunta Sérgio Herz, da Livraria Cultura. Mesmo assim a empresa mantém esse canal de comunicação, aproveitando a infraestrutura e os funcionários das lojas físicas. Se eles recebem poucas ligações com dúvidas de internautas é porque o site está funcionando bem.

Guasti recomenda também buscar um selo de qualidade de serviço, oferecido por empresas de consultoria. Ele afirma que os selos dão credibilidade para o site e passam confiança aos clientes.

6- Tenha um bom parceiro de logística

“O processo de um livro sair daqui e chegar na casa do cliente envolve 15 empresas diferentes. Se o produto atrasar um dia, quem o cliente vai culpar? A loja virtual, é claro” afirma Herz, da Livraria Cultura. Ele afirma que a logística do produto é um dos maiores desafios do varejo online. De acordo com ele, não adianta ficar tentando fazer o esquema perfeito se não houver preocupação com o atendimento ao cliente. “Como nós assumimos que errar é muito possível, investimos na estrutura de atendimento para o cliente ter uma resposta rápida”, afirma.

Eduardo Casarini, diretor da Flores Online, conta que a logística para entregar no Brasil inteiro foi complicada. Nos primeiros seis meses, eles só entregavam em São Paulo. Tiveram de fazer vários testes para ver se o produto chegaria no prazo e com qualidade, para desenvolver a melhor embalagem e para descobrir quais flores poderiam ser entregues em destinos muito afastados. A Flores Online trabalha com uma empresa particular de logística. Muitos pequenos empresários preferem os Correios ou Sedex, afirma Pedro Guasti, mas é necessário avaliar todas as opções. O mais importante, diz ele, é contatar o consumidor em caso de problema. “Entre em contato com ele antes que ele entre em contato contigo”.

7- Informe o cliente de tudo

“Para fidelizar o cliente, o atendimento é um dos fatores fundamentais”, afirma Natam Sztamfater, diretor da PortCasa.com.br. Um dos problemas de vender online é exatamente o cliente não estar em contato direto com o vendedor. Além disso, o consumidor não está levando o produto para casa – ele deposita confiança na empresa, e espera que ela vá entregar e atendê-lo bem. Se ele não consegue entrar em contato com a loja rapidamente, vai se sentir inseguro, e o equilíbrio desta relação vai se romper: a loja perde o cliente.

A Flores Online tem, para o estado de São Paulo, um sistema de confirmação de entrega por mensagem de celular. “O cliente tem muita ansiedade para saber se o produto chegou ou não”, diz Eduardo Casarini, diretor da empresa, que tem atendimento por e-mail, chat online e telefone. Quanto maior o número de canais que você tiver com o consumidor, mais caro vai ficar, explica Pedro Guasti, da e-bit. “É bom ter, se possível, um serviço de e-mail que seja respondido em até 12 horas; se tiver um pouco mais de grana, pode bancar um chat online”, diz ele. Atendimento por telefone é mais caro ainda, mas é a forma de comunicação mais direta que os consumidores podem ter com a empresa, e pode valer a pena.

8- Avise sobre a política de privacidade e devolução

Política de privacidade dos dados do cliente e políticas de devolução de produto também são avaliadas na classificação da e-bit. É importante para a empresa informar sempre o cliente de como seus dados serão protegidos, porque isso passa credibilidade e confiança. Informar o cliente da política de devolução de produtos também é necessário para não haver desentendimentos posteriores. Alguns produtos podem ser danificados no transporte, e a empresa precisa estar pronta quando algo assim acontecer.

9- Cuidado com o manuseio dos produtos

Falando em danos no transporte, é importante condicionar os produtos em embalagens adequadas. Livros e móveis têm necessidade de cuidados, mas não tanto quanto bolos de aniversário, flores e peixes de aquário. A Flores Online passou seis meses desenvolvendo embalagens para suas flores, além de pesquisar quais espécies poderiam viajar embaladas por mais de um dia.

10- Tenha um certificado de segurança

Como o próprio nome já diz, são selos que atestam a segurança do site. As empresas que conferem estes selos avaliam os riscos a que os sites estão expostos. O feedback delas permite criar um site seguro e, mais importante, provam para o internauta que determinada loja é confiável.

Assim como as formas de pagamento, ter muitos selos pode impressionar o internauta à primeira vista, mas é caro, trabalhoso e redundante. “Há muitos certificados de segurança que atestam a qualidade dos mesmos serviços”, afirma Pedro Guasti, da e-bit. Há também os cadeados digitais, ícones que aparecem no navegador do consumidor, que atestam que não há ninguém olhando aquela transação. O melhor, e mais barato, é ter poucos e bons selos de segurança.

FONTE: Revista PEGN - www.globo.com

14 de Maio de 2010

ADDMARK na mídia

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral

A Revista EXAME, da Editora Abril, publicou recentemente, uma matéria com o Presidente da ADDMARK e Vice-Presidente da AFRAC, Eduardo Santos. O executivo apontou durante a matéria os principais diferenciais da ADDMARK Tecnologia para obter crescimento durante a crise, que afetou principalmente o setor de varejo – e conseqüentemente o de automação comercial.

14 de Maio de 2010

Suporte à versão Retail Pro 7

Publicado por Marcelo Vadesilho em Geral, Automação Comercial, Retail Pro

Até o dia 30 de Junho/2010, os clientes com versão 7 ou anterior do software de gestão de lojas Retail Pro deverão solicitar atualização da ferramenta. Após essa data, o suporte técnico à esta versão não será oferecido.

A versão mais moderna utilizada atualmente é a 8.6, que oferece, dentre outras funcionalidade, a preparação para o PAF – Programa Aplicativo Fiscal, já obrigatório em algumas Unidades Federativas.

5 de Abril de 2010

Fisco Digital - SPED e PAF-ECF

Tem-se falado bastante sobre o Sistema Público de Escrituração Fiscal (SPED) e pouco sobre o PAF-ECF.
Parte do SPED, a NF-e está substituindo o antigo modelo impresso em várias vias de papel. Já é uma realidade no Brasil, assim como a Escrituração Contábil Digital (ECD) e a Escrituração Fiscal Digital (EFD).
Este ano, novos setores serão obrigados a emitir a NF-e. A adesão está sendo determinada com base no Código Nacional de Atividade Econômica (CNAE) e não mais pelo tipo de produto, como no início. As empresas devem rever suas atividades e verificar se elas continuam correspondendo ao seu CNAE.
Já o PAF-ECF é o Programa Aplicativo Fiscal - Emissor do Cupom Fiscal, destinado a empresas que comercializam seus produtos diretamente ao consumidor final e que emitem o ECF.
Com o tempo, as impressoras de cupons fiscais foram modernizadas, a ponto de poder guardar na memória da máquina as operações realizadas. Para regulamentar o uso de tais equipamentos, associados ao computador no PDV (Ponto de Vendas), as Secretarias de Fazenda dos Estados criaram requisitos ou regras.
Em março de 2008, o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) determinou a obrigatoriedade de homologação de software para PDV-ECF por organismos credenciados pelo Governo Federal. Algumas universidades já foram credenciadas.
O software passa por uma bateria de testes feitos por técnicos, em geral, supervisionados por engenheiros de software, por mais de 12 horas. São feitas simulações de todas as possibilidades de operação, inclusive a verificado se o software não “permite” burlar a legislação.
Uma vez aprovado, o software recebe um laudo de certificação de conformidade e, após publicação no Diário Oficial da União, a softwarehouse poderá apresentar-se à Sefaz de cada Unidade da Federação onde pretende comercializar seu produto.
O Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, definiu que os PDVs sem homologação não poderão ser usados após 31 de março deste ano. A Bahia fixou o prazo para julho deste ano, seguido de outros Estados, que estão editando e em breve publicarão seus regulamentos.
Os empresários do comércio já estão se preocupando em trocar seus equipamentos e softwares para atender à legislação. O Fisco também está se preparando para essas novas regras fiscais, colocando-o em uma posição importante que podemos chamar de Fisco Digital.
Tais medidas farão com que as fraudes, sonegação e outros “truques” sejam coisas do passado. Em alguns anos, a nova geração de gestores de empresas, consumidores em geral e o próprio Fisco, terão nova forma de encarar as obrigações tributárias.
Nos meses seguintes, os contabilistas exercerão um papel muito importante e terão que se atualizar para atuar como “consultores, orientadores” de seus clientes. A primeira tarefa, considerada bastante demorada e cuidadosa, será orientar e revisar todo o banco de dados de seus clientes, inclusive dos produtos.

Fonte: TI INSIDE

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