10 de Março de 2010

Como preparar uma loja para conquistar e fidelizar um cliente

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Automação Comercial, Varejo

Há vários fatores que influenciam uma decisão de compra por parte de um consumidor, mas certamente o retorno para novas compras na mesma loja é uma prova de que as experiências anteriores foram, no mínimo, satisfatórias. Um dos fatores que possibilita boas compras é sem dúvida o ambiente da loja.

Quando se trata de hábitos de consumo, não existe uma cartilha que possa prever todas as situações e compreender todos os casos, mesmo quando restringimos o assunto ao ambiente da loja. O que determinará a apresentação ou instalações de uma loja é o perfil do consumidor. No entanto, algumas práticas podem ser generalizadas, uma vez que certamente se encaixam em quase todas as situações. As chamadas “regras de ouro” sobre ambiente de consumo (leia-se loja), que servem para todos os casos, são as seguintes:

Limpeza: pré-requisito básico, independente do ramo de atuação ou tamanho da loja. O ambiente, além de ser limpo, deve possibilitar que essa limpeza seja percebida pelo consumidor. Essa percepção pode ser de várias formas e as mais observadas são a maior freqüência da prática e o uso de aromas que resgatem sensações agradáveis. É importante ressaltar que o uso de aromas deve ser bem estudado para cada caso.

Organização do espaço interno: mesmo em lojas de ponta de estoque, não é agradável para o consumidor a falta de espaço adequado para que ele possa analisar os produtos e decidir por sua compra. A desorganização do ambiente dá uma sensação de pouco caso, tanto para os produtos quanto para os consumidores. Alguns varejistas ainda hoje utilizam a prerrogativa da desorganização para passar a sensação de “local de produtos baratos”, mas efetivamente isso não é recomendável.

Facilidade de visualização dos produtos: isso é fundamental no caso do auto-serviço (como supermercados), mas também importante para o varejo menor, como lojas de rua ou shopping centers. Grande parte das vendas é realizada por impulso, no momento em que o consumidor tem o contato visual com o produto.

Comunicação visual adequada: interna e externa, isto é, dentro da loja, na fachada e na vitrine. É importante que os consumidores saibam através da comunicação visual qual o propósito da loja, quais os produtos que ela vende e onde se encontram dentro daquele espaço. Quanto maior a loja, mais importante este quesito. Muitas pessoas não gostam de atendimento direcionado por vendedores, preferem observar e perguntar quando têm dúvidas.

Segmentação de produtos por nichos de consumo: em lojas de departamentos, grandes magazines e até em supermercados, é importante agrupar produtos voltados para a mesma situação de consumo. Isso estimula tanto o consumo por impulso como também as vendas da loja. Por exemplo: em um supermercado pode-se agrupar próximo a seção de carnes os apetrechos para churrasco, como espetos, grelhas, churrasqueiras e outros. Isso também pode ser praticado por lojas menores, desde que bem conhecidas as linhas de produtos e propósitos de consumo.

Segmentação de produtos por perfil de consumidor: da mesma forma que o item anterior, o consumo de produtos diferentes pode ser estimulado ao agrupá-los sob o critério dos diferentes perfis de consumidores, como por exemplo, produtos para consumidores que valorizam aspectos ecológicos ou fashion. Essa forma de segmentação se fundamenta na sinergia com o perfil do consumidor, mas certamente é voltada somente para unidades de varejo maiores, porque as menores podem ser completamente voltadas para determinados perfis e por si representarem uma segmentação.

Conforto e Comodidade: consumidores de qualquer classe econômica valorizam comodidade e conforto. Observa-se, contudo, que os de classe sociais mais baixa têm uma tolerância maior ao desconforto que os mais abastados. Portanto, lojas voltadas para consumidores de poder aquisitivo maior têm como pré-requisito primar por seu conforto e comodidade. Itens como estacionamento e segurança já estão, em muitos casos, se tornando obrigatórios, assim como aquelas cadeiras para descanso do acompanhante e ar condicionado.

De forma geral, o ambiente de uma loja deve estar em sintonia com os consumidores alvo, para isso além dos itens relacionados acima a decoração através de objetos e materiais também são importantes, pois pode criar uma atmosfera agradável e propícia para o consumo.

É importante também lembrar que, além dos consumidores, os funcionários e vendedores circulam por toda a loja, portanto, a área de vendas bem como as áreas internas, como estoques e a disposição física dos móveis, devem levar em conta o deslocamento das pessoas no espaço.

Cada caso e situação são muito particulares, mas essas “regras de ouro” poderão contribuir com o aumento das vendas e a fidelização dos clientes quando bem aplicadas.

Fonte: http://www.militelli.com.br/

* Marco Aurélio Militelli é consultor de empresas há mais de 20 anos e diretor presidente da MILITELLI – Business Consulting. Engenheiro agrônomo, especializado em administração financeira, MBA em finanças, especialista em gestão empresarial, expansão e crescimento de negócios, desenvolveu mais de 100 projetos de cunho estratégico, estrutural e financeiro para grandes, médias e pequenas empresas nacionais e multinacionais no Brasil, Estados Unidos, Mercado Comum Europeu e Japão.

9 de Março de 2010

Bematech obtém mais de R$ 30 milhões do BNDES

O destino da verba é a ampliação do portfólio de produtos e o desenvolvimento de soluções em software, entre outras iniciativas

A Bematech, líder nacional em soluções tecnológicas para o comércio varejista, aprovou, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), uma concessão de colaboração financeira no valor de R$ 30,287 milhões. O montante é destinado ao financiamento de mais de 30 importantes projetos da empresa e terá prazos de pagamento de até 6,5 anos.

O destino da verba são iniciativas em desenvolvimento de produtos e soluções baseadas em software, pesquisa, desenvolvimento e inovação em hardware, ampliação do portfólio de produtos, melhoria da estrutura e processos produtivos, administrativos e de vendas, bem como capacitação de recursos humanos.

Os projetos envolvem as áreas de Pesquisa e Desenvolvimento de hardware e software, de Operações, de Tecnologia da Informação, da Universidade Bematech e da área corporativa. “Esse investimento reflete a realidade da companhia como empresa altamente inovadora e em constante evolução como provedora de soluções completas de software, hardware e serviços”, afirmou o vice-presidente de finanças da Bematech, Rafael Gorenstein.

Gorenstein ainda enfatizou o fato de essa linha de crédito ser resultado da estratégia da empresa de otimizar sua estrutura de capital, mediante financiamento de parte do seu crescimento com recursos de terceiros. “A nossa estratégia financeira é mais um elemento propulsor do crescimento da empresa. O BNDES é um parceiro de longa data da Bematech e esse tipo de relação é muito importante para fomentar os investimentos a longo prazo das empresas brasileiras”, acrescentou.

Ao final de 2009, a Bematech detinha uma posição de caixa de cerca de R$ 70 milhões, montante este que pode vir a ser utilizado na aquisição de companhias ou negócios que complementam a oferta de produtos e serviços da empresa no Brasil ou no exterior.

Fonte: Bematech

10 de Fevereiro de 2010

Sua impressora está legal?

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

No mês de outubro passado foi publicado no Diário Oficial da União que todas as Impressoras Fiscais Bematech MP 2100 TH FI devem ser da versão 01.01.01.

Entre em contato com nossa assitência técnica, por email - at@addmark.com.br ou pelo telefone (11) 4195-2444, ramal 292 e verifique se a versão da sua impressora está de acordo com as normas do fisco.

8 de Fevereiro de 2010

Confiança do e-consumidor sobe para 86,3% no ano de 2009

As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário para que o mesmo evite cair em golpes aplicados pela rede.

Durante os 12 meses houve variação máxima de 1.7 ponto percentual entre o menor (fevereiro -85,59%) e o maior (agosto - 87,29%) índice de confiança.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, esse faturamento expressivo mostra que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras.

Fonte: Portal Varejista

3 de Fevereiro de 2010

Retail Pro na NRF

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Aconteceu em Nova Iorque, no mês de Janeiro, a Big Retail’s Show, a maior feira de varejo do mundo, promovida pela NRF. E o Retail Pro, esteve presente mais uma vez, apresentando suas soluções completas para gestão de lojas. Outras grandes companhias da área de automação comercial, como Metrologic, Epson, Intermec e Motorola, também marcaram presença na feira, que mais uma vez foi um sucesso.

19 de Janeiro de 2010

MisterChef.net larga na frente e é homologado no PAF

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

A Bematech larga na frente e homologa sistema MisterChef na nova legislação do PAF (Programa Aplicativo Fiscal). Essa nova legislação define novas regras que TODOS os aplicativos comerciais devem seguir a partir deste ano de 2009. Cada estado deve publicar a data específica em que os aplicativos passam a ter que estar homologados no novo formato, mas alguns estados já estão valendo, tais como MG e MS. Sempre pensando à frente e nos seus clientes a Bematech já está adequada com o sistema MisterChef.net na sua versão 1.28 para venda imediata em seus clientes.
Com o PAF acabam algumas dúvidas que legislações anteriores não especificavam, tais como impressão de conferência de mesa, impressão remota em pontos de produção, etc. Até o final do ano, em todo o Brasil, será necessário que TODOS os aplicativos passem por esta homologação, o que certamente diminuirá o número de fornecedores no mercado.

Confira o laudo de homologação do sistema MisterChef.net 1.28 expedido pela POLIMIG.
Instituição de Ensino Técnico Credenciada pelo CONFAZ / SEF-MG
Nº DO LAUDO: POL0312009

EMPRESA DESENVOLVEDORA REQUERENTE: Misterchef Sistemas de Automação Ltda.

IDENTIFICAÇÃO DO PROGRAMA APLICATIVO FISCAL (PAF-ECF):
a) Nome comercial: Misterchef.net
b) Versão: 01.28
c) Principal arquivo executável: Misterchefnet.exe
d) Código de autenticação do principal arquivo executável (MD-5):0BF8652D36841598103E50D8A6C711C0 *MisterChefNet.exe

6 de Janeiro de 2010

Quase 80% dos consumidores pesquisam preços antes de comprar

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Automação Comercial, Varejo

Pesquisa realizada pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo) revela que 77,5% dos consumidores realizam pesquisa de valores em várias lojas antes de comprar.

Segundo a superintendente de Produtos e Serviços da ACSP, Roseli Garcia, entre as classes DE, essa porcentagem sobe para 81,6%.

“Todas as famílias entrevistadas da baixa renda fazem pesquisa de preço. Nesse público, uma redução de 10% no valor de uma geladeira pode representar até 25% do seu salário”, afirmou Roseli.

Pesquisa de preços

Segundo pesquisa, 73,4% dos entrevistados costumam ler anúncios e tabloides de supermercados para procurar ofertas e comparar preços. Já entre as classes DE, essa porcentagem sobe para 80,6%.

Metodologia

A pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo é inédita e envolveu 800 entrevistas pessoais aplicadas em pontos de fluxo da capital.

Fonte: Info Money Pessoal

21 de Dezembro de 2009

Paulistano fará mais compras neste Natal, mostra pesquisa

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

O paulistano está otimista com relação a sua situação financeira e prevê aumento das compras para este Natal. É o que mostra uma pesquisa realizada pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Depois de entrevistar 800 pessoas nas ruas da cidade, a pesquisa concluiu que 28,2% dos paulistanos pretendem gastar mais neste Natal do que o fizeram o ano passado, enquanto 32,3% devem gastar o mesmo e 32,3% serão mais comedidos.

As festas de fim de ano devem ser boas também no que diz respeito aos patamares de gastos dos paulistanos. Segundo o levantamento, apenas 16,5% dos entrevistados afirmaram que não vão comprar presentes para ninguém, proporção 3,5 pontos percentuais abaixo do verificado no fim de 2008.

Enquanto isso, quase 39,8% dos paulistanos afirmaram que vão comprar presentes para mais de quatro pessoas, uma alta de 3 pontos percentuais ante a proporção revelada no último Natal.

A pesquisa mostrou também que 31,8% das pessoas pretendem gastar mais de R$ 60. O destaque neste sentido vai para as classes D e E, cuja proporção de pessoas que querem gastar acima deste patamar alcançou 32,7%. A classe C ficou com 25,8% dos entrevistados e as classes A e B somaram 39,1%.

Fonte: Portal Varejista

14 de Dezembro de 2009

1° Natal pós-crise terá vendas mais aquecidas do que em 2008

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

Principal data do varejo nacional, o Natal é uma época especial, tanto para a troca de presentes quanto para degustar de uma deliciosa ceia com familiares e amigos. As compras movimentam diversas categorias de produtos: desde alimentação até eletrônicos, roupas e acessórios. O comércio varejista ficará mais aquecido esse ano em comparação a 2008.

As empresas estão muito otimistas para o 1º Natal pós-crise. Grandes varejistas estão acreditando na antecipação de uma parte das vendas, aproveitando, desta forma, a tranquilidade econômica e o otimismo do brasileiro, que nos últimos meses, está com maior interesse em consumir. Aqueles que não aproveitaram a redução do IPI dos eletrodomésticos no início do ano vão se programar para fazê-lo agora.

De acordo com Marco Quintarelli, consultor de varejo do Grupo Azo, os supermercados já começam a se preparar para o Natal e o Reveillon. Panetones, vinhos e azeites já estão se “pronunciando” em destaque nas gôndolas. O interesse nos panetones cresce a cada ano. Com uma expectativa de vendas em torno de 15 a 20% a mais do que em 2008, pois teremos também novas marcas no mercado e, possivelmente, com preços um pouco mais caros (6%), estes são uma das grandes apostas das compras da ceia.

As aves especiais e o pernil suíno também merecem destaque e prometem um aumento nas vendas em torno de 15%, em comparação com o Natal passado, e preços bem convidativos. Quanto ao peru e o chester, os ícones da data, não são as apostas dos varejistas. Tudo indica uma diminuição de volume de venda destes itens, com um preço idêntico ao de 2008 ou até um pequeno acréscimo. Já o bacalhau, este ano teremos os tipos mais nobres (codinho e Porto) com preços bem convidativos, mas os mais populares, como o saith, estarão mais caros ou em falta.

Isto porque, dependendo da programação de cada varejista, falte alguns tipos deste bacalhau no mercado. Como a programação de pesca do produto é feita no início de cada ano, com o andamento da crise no início de 2009, a procura do produto foi menor e a programação dos varejistas foi cortada ou diminuída.

Os vinhos mais finos se beneficiaram com a baixa do dólar e prometem aumentar as venda neste fim de ano e os mais populares também estão em franco crescimento. Aliás, a crise está indo embora, já estamos comemorando as Olimpíadas de 2016 e as festas de fim de ano estão ai. Por que não comemorar?

Fonte: Portal Varejista

7 de Dezembro de 2009

Comércio eletrônico estima fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

O crescente numero de novos consumidores virtuais que vem surgindo, principalmente pela entrada da classe c na internet, o segmento de varejo online prevê fechar o ano com 4 milhões de novos e-consumidores e com um faturamento estimado em R$ 10,5 bilhões.

Segundo dados divulgados pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), de 1,201 empresas entrevistadas, 64% estão fora do e-commerce. Para Sandra Turchi, superintendente de Marketing da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a facilidade da classe C em obter cartões de crédito e parcelar suas compras, nos últimos anos, tornou-se um elemento importante para o comércio digital.

“O Brasil apresenta 11,5 milhões de compradores on-line, com um tíquete médio de R$ 323 por compra. Para o Natal, a tendência é que a média chegue a R$ 346″, segundo Turchi, que comenta que os prazos de pagamento instituídos por meios de compras via loja virtual é maior que os presentes nas lojas físicas, e isso só é possível pelo uso intenso de meios de pagamento como o cartão de crédito.

Sandra ressalta que o e-commerce é uma grande oportunidade para as Micro e Pequenas Empresas(MPEs), umas vez que o mercado ainda é pouco explorado pelos pequenos empresários. Das empresas que utilizam a internet, 90% são grandes empresas. “É fundamental que as PMEs explorem o universo digital. Atualmente, 80% da renda obtida em e-commerce pertencem às grandes empresas do setor. Temos que ampliar sua participação, de 20% a até 30% em 2010″, observa.

Para Pedro Luiz Quissack, coordenador comercial da Tray Sistemas, os comerciantes que tem em 2010 o foco de entrar no meio digital a hora é agora. Passado as festas de final de ano, o lojista que estiver com sua loja pronta, poderá iniciar o ano com um planejamento estratégico eficiente para todo o ano. ” O importante é o comerciante entender que a loja virtual é mais um ferramenta de venda para o seu negócio e não uma concorrência. Se estruturar para o ano logo no seu inicio, garante ao empresário maior amplitude do negócio e possibilidade de lucro em datas estratégicas”, conclui.

Fonte: Maxpress Net

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