2014 – fim de uma era? |
2014 – fim de uma era?

Por Eduardo Santos

 

Trabalhamos na AFRAC (Associação Brasileira de Automação Comercial) no GT Saúde do Canal, tudo para tentar sensibilizar os fabricantes e distribuidores do papel que deveriam exercer para salvar o mercado de AC e, em especial, as revendas e as assistências técnicas do caos a que estão submetidas. Fabricante Cafetão, Revenda Periguete, Clientes sanguessuga e das Revendas Parasitas continuam sugando o que resta de revendas de automação comercial.

 

Não conseguimos ainda sensibilizar o governo (impostos), fabricantes e distribuidores que assumimos riscos e responsabilidades de uma empresa como outra qualquer.

 

Assumimos compromissos, pagamos as contas, os salários, os impostos ao governo e deveríamos obter uma justa recompensa por termos assumido o risco de empreender na área AC.

 

É preciso que a recompensa compense o esforço do trabalho, dos riscos e responsabilidades assumidos, caso contrário não há estímulo para empreender, para investir. Nada se sustenta dessa maneira e a muito deixou de ser compensador investir em AC.

 

Empresários sempre querem investir, ficam procurando oportunidades, mercados e momentos para fazerem isso. Só não o fazem quando não compensa.

 

Na AC de hoje, infelizmente não está compensando investir e parece que fabricantes e distribuidores não percebem isso, ou pelo menos fazem que não percebem.

 

Como empresas “grandes” e com profissionais de “alto nível” deveriam conhecer os mandamentos do progresso:
1. Não criarás a prosperidade se não estimulares a poupança.
2. Não fortalecerá os fracos se enfraqueceres os fortes.
3. Não ajudará os assalariados se arruinares aquele que o paga.
4. Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes.
5. Não ajudarás os pobres se eliminares os ricos.
6. Não poderá criar estabilidade permanente baseado em dinheiro emprestado.

 

Esses mandamentos foram criados nos idos de 1860 por Abraham Lincoln, 16º. Presidente dos Estados Unidos, em meio a uma guerra e a uma das maiores crises internas que aquele país já passou e foram fundamentais para que aquele país superasse sua crise.

 

Esperemos que em 2015, quem decide para onde irá o mercado de AC, parem para pensar e repensem suas estratégias para que salvem o que ainda resta.

 

 

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