1° Natal pós-crise terá vendas mais aquecidas do que em 2008
Principal data do varejo nacional, o Natal é uma época especial, tanto para a troca de presentes quanto para degustar de uma deliciosa ceia com familiares e amigos. As compras movimentam diversas categorias de produtos: desde alimentação até eletrônicos, roupas e acessórios. O comércio varejista ficará mais aquecido esse ano em comparação a 2008.
As empresas estão muito otimistas para o 1º Natal pós-crise. Grandes varejistas estão acreditando na antecipação de uma parte das vendas, aproveitando, desta forma, a tranquilidade econômica e o otimismo do brasileiro, que nos últimos meses, está com maior interesse em consumir. Aqueles que não aproveitaram a redução do IPI dos eletrodomésticos no início do ano vão se programar para fazê-lo agora.
De acordo com Marco Quintarelli, consultor de varejo do Grupo Azo, os supermercados já começam a se preparar para o Natal e o Reveillon. Panetones, vinhos e azeites já estão se “pronunciando” em destaque nas gôndolas. O interesse nos panetones cresce a cada ano. Com uma expectativa de vendas em torno de 15 a 20% a mais do que em 2008, pois teremos também novas marcas no mercado e, possivelmente, com preços um pouco mais caros (6%), estes são uma das grandes apostas das compras da ceia.
As aves especiais e o pernil suíno também merecem destaque e prometem um aumento nas vendas em torno de 15%, em comparação com o Natal passado, e preços bem convidativos. Quanto ao peru e o chester, os ícones da data, não são as apostas dos varejistas. Tudo indica uma diminuição de volume de venda destes itens, com um preço idêntico ao de 2008 ou até um pequeno acréscimo. Já o bacalhau, este ano teremos os tipos mais nobres (codinho e Porto) com preços bem convidativos, mas os mais populares, como o saith, estarão mais caros ou em falta.
Isto porque, dependendo da programação de cada varejista, falte alguns tipos deste bacalhau no mercado. Como a programação de pesca do produto é feita no início de cada ano, com o andamento da crise no início de 2009, a procura do produto foi menor e a programação dos varejistas foi cortada ou diminuída.
Os vinhos mais finos se beneficiaram com a baixa do dólar e prometem aumentar as venda neste fim de ano e os mais populares também estão em franco crescimento. Aliás, a crise está indo embora, já estamos comemorando as Olimpíadas de 2016 e as festas de fim de ano estão ai. Por que não comemorar?
Fonte: Portal Varejista