23 de Novembro de 2009

Varejo planeja acompanhar o crescimento do PIB de 5%

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Varejo

O setor varejista começa a se preparar para acompanhar o ritmo de crescimento previsto para o PIB (Produto Interno Bruto) do País em 2010, que deve ficar próximo a 5%. Entre as ações previstas pelas empresas para o ano que vem estão a ampliação dos investimentos, a recuperação das margens e o aumento da concessão de crédito. Essas estratégias divergem das adotadas pelas companhias neste ano, quando optaram por uma maior agressividade nos preços, visando conquistar fatia de mercado e não perder os clientes durante o período mais agudo da crise.

“Este ano as empresas ficaram focadas em não perder participação de mercado. Com a retomada do crescimento em 2010, as companhias deverão aumentar preços para recompor as margens perdidas este ano”, afirmou o analista da Socopa Corretora Marcelo Varejão.

Para Alan Cardoso, analista da Àgora, o crescimento da receita em 2010 vai ser acompanhado pela diluição das despesas com vendas e pelo aumento do fluxo de comercialização de produtos.

“As empresas fizeram o dever de casa em 2009 para capturar maior rentabilidade no próximo ano”, afirmou Cardoso.

Entre os varejistas que adotaram política agressiva de preços está o Pão de Açúcar. Apesar de afetar as margens da companhia, o vice-presidente da empresa, Enéas Pestana, ressaltou que o varejista conquistou este ano aumento no fluxo de clientes com a iniciativa. “Não só aumentamos vendas, como ganhamos participação de mercado”, afirmou. De julho a setembro, a empresa teve queda de 0,3 ponto percentual da margem bruta, pela “intensificação de ações promocionais no período” e o crescimento da participação de eletroeletrônicos com a aquisição do Ponto Frio.

Para 2010, a companhia trabalha com a meta de superar os investimentos previstos de R$ 750 milhões deste ano.

Fonte:Diário do Grande ABC

19 de Novembro de 2009

19 de novembro - Dia da Bandeira

Publicado por Bianca Schiavi em Geral

Bandeira do Brasil 1 - Bandeira do Brasil 1

A bandeira do Brasil foi instituída a 19 de novembro de 1889, ou seja, 4 dias depois da Proclamação da República. É o resultado de uma adaptação na tradicional Bandeira do Império Brasileiro. Neste contexto, em vez do escudo Imperial português dentro do losango amarelo, foi adicionado o círculo azul com estrelas na cor branca.

Existem normas específicas nas dimensões e proporções do desenho da Bandeira Brasileira. Ela tem o formato retangular, com um losango amarelo em fundo verde, sendo que no centro a esfera azul celeste, atravessada pela faixa branca com as palavras Ordem e Progresso em letras maiúsculas verdes. Essa faixa é oblíqua, inclinada da esquerda para direita. No círculo azul estão 27 estrelas, que retratam o céu do Rio de Janeiro, incluindo várias constelações, como, por exemplo, o Cruzeiro do Sul. As estrelas representam simbolicamente os 26 Estados e o Distrito Federal. A única estrela que fica na parte superior do círculo representa o estado do Pará.

A Bandeira Nacional é hasteada de manhã e recolhida na parte da tarde. Ela não pode ficar exposta à noite, a não ser que esteja bem iluminada. É obrigatório o seu hasteamento em órgãos públicos (escolas, ministérios, secretarias de governo, repartições públicas) em dias de festa ou de luto nacional. Nos edifícios do governo, ela é hasteada todos os dias. Também é exposta em situações em que o Brasil é representado diante de outros países como, por exemplo, em congressos internacionais e encontros de governos.

O dia 19 de Novembro é comemorado, em todo o território nacional, como o Dia da Bandeira. Nesta data ocorrem comemorações cívicas, acompanhadas do Hino à Bandeira

Curiosidade: As quatro cores da Bandeira Nacional representam simbolicamente as famílias reais de que descende D.Pedro I, idealizador da Bandeira do Império. Com o passar do tempo esta informação foi sendo substituída por uma adaptação feita pelo povo brasileiro. Dentro deste contexto, o verde passou a representar as matas, o amarelo as riquezas do Brasil, o azul o seu céu e o branco a paz que deve reinar no Brasil.

Fonte: Sua Pesquisa

16 de Novembro de 2009

Vendas no varejo do Brasil sobem pelo 5º mês em setembro

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Varejo

As vendas do comércio varejista cresceram 0,3% em setembro ante agosto, na série com ajuste sazonal, segundo divulgou nesta sexta-feira, 13/11, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Trata-se do quinto mês consecutivo de crescimento. Na comparação com setembro do ano passado, as vendas no varejo registraram um aumento de 5%. Até setembro, as vendas varejistas acumulam altas de 4,7% em 2009 e de 5% nos últimos 12 meses.

O índice de média móvel trimestral das vendas do comércio varejista registrou alta de 0,3% no trimestre encerrado em setembro ante o terminado em agosto. O resultado mostra uma desaceleração em relação ao índice de média móvel apurado em agosto (0,65%) e é o menor desde abril. O IBGE divulgou também que, no terceiro trimestre, as vendas do varejo aumentaram 5,3% ante igual trimestre do ano passado. Não há dados trimestrais comparativos ao trimestre imediatamente anterior.

Já os dados do comércio varejista ampliado, que incluem os segmentos de material de construção e automóveis, mostram um aumento nas vendas de 3% em setembro ante agosto e uma alta de 9,1% ante setembro de 2008. No ano, o varejo ampliado acumula crescimento nas vendas de 4,4% e em 12 meses, de 3,3%.

As vendas de veículos, motos, partes e peças aumentaram 9,1% em setembro ante agosto e subiram 18,9% ante setembro do ano passado. Já o segmento de material de construção registrou resultados negativos ante mês anterior (-1,5%) e ante igual mês do ano passado (-8,2%).

Das 10 atividades do varejo pesquisadas pelo IBGE, três registraram queda nas vendas em setembro ante agosto. São elas hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%); artigos farmacêuticos, medicamentos, perfumaria (-1,1%) e material de construção (-1,5%). Os maiores aumentos nessa base de comparação ocorreu nos segmentos de equipamentos e material para escritório e informática (8,8%) e veículos e motos, partes e peças (9,1%).

Na comparação com setembro do ano passado, apenas as atividades de combustíveis e lubrificantes (-4,3%) e tecidos, vestuário e calçados (-6,6%) registraram queda nas vendas. A atividade de hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, de maior peso na pesquisa do IBGE, aumentou as vendas em 9,7% no mês, contribuindo com 4,5 ponto porcentual do crescimento total de 5,0% nas vendas do varejo em setembro ante igual mês de 2008.

Texto: JACQUELINE FARID - Agencia Estado
O Estado de São Paulo

12 de Novembro de 2009

Lojas virtuais em alta

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Automação Comercial, Retail Pro, Varejo

A procura pelo comércio eletrônico cresce entre os brasileiros graças a uma série de fatores, como a variedade de produtos, a segurança e os preços mais baixos, mas ainda não ameaça o desempenho das lojas físicas.
As lojas virtuais estão passando por um processo de descentralização. Pequenas e médias empresas têm ocupado espaço que antes pertencia aos grandes varejistas. No primeiro semestre deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado, os dez maiores varejistas do País perderam 2,3 pontos percentuais em market share. Em contrapartida, segundo revela pesquisa da consultoria e-bit, pequenas e médias empresas – do chamado Long Tail – ganharam 1,6 ponto percentual do mercado, alcançando 9,7% de participação no setor. Esse movimento também tem sido reforçado pelos varejistas regionais, que ingressam no e-commerce como forma de entrar em novos mercados, como as regiões Sul e Sudeste.

Um dos fatores que determinam esse movimento de descentralização das vendas é o ganho de confiança que o segmento vem registrando nos últimos anos. “A maior familiaridade do brasileiro com esse canal de vendas estimula o consumidor a experimentar novos sites, depois de, normalmente, ter entrado em contato com essa ferramenta de vendas pela porta dos grandes varejistas, mais conhecidos”, comenta Pedro Guasti, diretor-geral da e-Bit. Segundo o executivo, também estimulam esse processo de descentralização outros fatores, como informações disponíveis de lojas e produtos em sites de busca, comparação de preços e conteúdo colaborativo.

Pesquisa realizada pela Cetelem mostra que mais de 90% dos brasileiros que já compraram pela internet estão satisfeitos com itens como a variedade de produtos, os preços e a qualidade. A segurança é um dos itens que mantém um cliente fiel a uma loja virtual, conforme aponta a pesquisa. Dos brasileiros que se dizem fiéis a um site de vendas 59% disseram que o motivo é a segurança, seguido pelo fator promoções e, depois preços menores, estes citados por 57% dos entrevistados.

A questão da segurança nas vendas on-line também é considerada ainda fundamental no e-commerce pelo diretor de Organização, Sistemas e Informações da Fnac Brasil, Marco Aurélio Moschella. “O brasileiro está mais familiarizado e se sente mais seguro ao comprar um produto no site hoje do que há alguns anos, o que ajuda o e-commerce, mas ainda há um espaço grande a ser percorrido”, diz Moschella, lembrando que, na Fnac, 25% das vendas feitas pela internet ainda são via boleto bancário. “Muitos têm medo de utilizar o cartão de crédito ou débito na internet. Esse percentual de utilização do boleto é muito elevado e tende a diminuir”, diz o executivo.

A Fnac, embora tenha a loja virtual desde a sua chegada ao Brasil, há dez anos, só apostou no e-commerce de 2005 para cá. “Nossa opção inicial foi concentrar os esforços nos pontos de venda físicos, o que acabou colaborando para que sofrêssemos menos os efeitos da crise das pontocom em 2001, mas recentemente decidimos reestruturar a área de vendas pela internet e redobrar os esforços nesse segmento”, comenta Moschella. A empresa não divulga números absolutos de vendas, mas informou que nos últimos três anos dobrou o faturamento com a loja virtual e a estimativa é que as vendas deste ano cresçam entre 30% e 40% em relação a 2008. O grupo Saraiva, concorrente direto da Fnac, informou que, no primeiro trimestre do ano – dados mais recentes disponíveis –, as vendas pelo site cresceram quase 30% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Fonte: Revista Cardnews nº 164 - 12/11/2009

4 de Novembro de 2009

Vendas à vista crescem 15% e animam comércio em SP

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

Folha Online

As vendas à vista em São Paulo, medidas pela ACSP (Associação Comercial de São Paulo), registraram aumento de 15,6% em outubro deste ano, na comparação com setembro. As vendas pelo crediário crescerão 5%, na mesma comparação.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, “os dados levantados pelo nosso departamento de Economia confirmam as previsões feitas pelos nossos economistas e analistas”. “O Brasil, felizmente, por ter pago antecipadamente, por meio dos juros altos e outras medidas regulatórias do sistema financeiro, colhe hoje bons resultados. Fomos praticamente os últimos a serem afetados pela crise e seremos, provavelmente, os primeiros a sair dela”, afirmou.

De acordo com levantamento da entidade, as consultas ao SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) –que indica crediário– foram impulsionadas pelo aumento de prazo e pelas ofertas com base na desoneração do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados).

Já as consultas ao SCPC/Cheque (vendas à vista de pequenos valores) saltaram 15,6% impulsionadas pelo Dia das Crianças.

Na comparação anual, o SCPC (outubro de 2009 contra outubro 2008) apresenta queda de 3,6%, enquanto o SCPC/Cheque registra uma alta de 3,9%, “mostrando que na média geral de consulta dos dois sistemas já existe uma estabilidade com ligeira propensão a alta”.

Em relação à inadimplência, os registros recebidos (carnês que entraram para o cadastro) em outubro, em comparação com outubro de 2008 apresentam praticamente estabilidade com alta de 0,2%. Os registros cancelados (carnês que saíram do cadastro) mostram alta de 6,7% “beneficiados pela melhoria das condições de crédito e pelo desejo dos consumidores de voltarem às compras nos próximos meses”, aponta a entidade.

3 de Novembro de 2009

Gaeco realiza operação Lucro Certo em MS e outros Estados

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

O Grupo de Atuação Especial em Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) realiza desde a manhã de 30 de setemrbo a operação Lucro Certo para cumprir mandados de busca e apreensão em estabelecimentos comerciais de Mato Grosso do Sul e outros Estados que sonegavam o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devido à adulteração de Emissores de Cupom Fiscal (ECF), conforme informou o Procurador-Geral de Justiça, Miguel Vieira da Silva.
A operação foi feita em conjunto do Grupo Nacional de Combate a Organizações Criminosas (GNCOC) – na operação By Pass, em que foi descoberta uma empresa em São Paulo que fabricava máquinas de ECF passíveis de fraudes, burlando o registro na memória fiscal e escrituração de vendas realizadas, sonegando o imposto aos cofres do Estado. As máquinas foram distribuídas de Santa Catarina para diversos Estados, incluindo Mato Grosso do Sul.
De acordo com o Procurador-Geral, com o esquema os comerciantes registravam apenas parte do faturamento à Fazenda Estadual sonegando imposto. As equipes do Gaeco estão cumprindo mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Naviraí e Iguatemi.
Com as investigações ficaram comprovados, conforme laudo fotográfico e relatórios anexos, que os cupons emitidos possuem mesmo código GT (geral total). Além da apreensão das máquinas da marca SWEDA com fraude já constatada, serão apreendidos os computadores dos escritórios das empresas investigadas, uma vez que o controle a estas impressoras pode se dar de forma remota, o que somente a perícia demonstrará.
Outros 30 pontos em todo o Estado estão sendo inspecionados e as investigações continuam com a verificação de empresas bem como de assistências técnicas e desenvolvedores de softwares fiscais. A investigação vai apontar ainda se os comerciantes sabiam da fraude nos equipamentos fiscais.
A operação teve o apoio da Secretaria de Estado de Fazenda de Mato Grosso do Sul.

Fonte: Minitério Público do Estado do Mato Grosso do Sul