9 de Março de 2010

Bematech obtém mais de R$ 30 milhões do BNDES

O destino da verba é a ampliação do portfólio de produtos e o desenvolvimento de soluções em software, entre outras iniciativas

A Bematech, líder nacional em soluções tecnológicas para o comércio varejista, aprovou, junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), uma concessão de colaboração financeira no valor de R$ 30,287 milhões. O montante é destinado ao financiamento de mais de 30 importantes projetos da empresa e terá prazos de pagamento de até 6,5 anos.

O destino da verba são iniciativas em desenvolvimento de produtos e soluções baseadas em software, pesquisa, desenvolvimento e inovação em hardware, ampliação do portfólio de produtos, melhoria da estrutura e processos produtivos, administrativos e de vendas, bem como capacitação de recursos humanos.

Os projetos envolvem as áreas de Pesquisa e Desenvolvimento de hardware e software, de Operações, de Tecnologia da Informação, da Universidade Bematech e da área corporativa. “Esse investimento reflete a realidade da companhia como empresa altamente inovadora e em constante evolução como provedora de soluções completas de software, hardware e serviços”, afirmou o vice-presidente de finanças da Bematech, Rafael Gorenstein.

Gorenstein ainda enfatizou o fato de essa linha de crédito ser resultado da estratégia da empresa de otimizar sua estrutura de capital, mediante financiamento de parte do seu crescimento com recursos de terceiros. “A nossa estratégia financeira é mais um elemento propulsor do crescimento da empresa. O BNDES é um parceiro de longa data da Bematech e esse tipo de relação é muito importante para fomentar os investimentos a longo prazo das empresas brasileiras”, acrescentou.

Ao final de 2009, a Bematech detinha uma posição de caixa de cerca de R$ 70 milhões, montante este que pode vir a ser utilizado na aquisição de companhias ou negócios que complementam a oferta de produtos e serviços da empresa no Brasil ou no exterior.

Fonte: Bematech

4 de Março de 2010

“O Brasil é a bola da vez no varejo mundial”, argumentam especialistas na ACSP

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Comportamento, Varejo

A Associação Comercial de São Paulo (ACSP) reuniu, na terça-feira (09/02), especialistas em varejo e empresários do setor para repercutir as novidades apresentadas no maior evento de varejo do mundo, a NRF 2010 – também conhecida como Retail’s Big Show.

O vice-presidente da ACSP e organizador da comissão, Nelson Kheirallah, ressaltou a importância de adaptar os conteúdos apresentados no congresso para a realidade brasileira. “Felizmente, no contexto varejista, estamos em posição bem mais favorável que os americanos, saturados no mercado varejista e ainda administrando os reflexos da crise econômico-financeira”, menciona o executivo.

“O Brasil é saudado como a grande oportunidade para o varejo. É considerada a economia emergente mais importante do momento”, apontou o coordenador do Núcleo de Estudos de Varejo da ESPM, Ricardo Pastore. “O cenário norte-americano está estagnado. Lá existem mais de 100 mil shopping centers, com previsão zero de abertura de novos estabelecimentos. No Brasil, embora o número seja bem menor – 400 shoppings – somente em 2010 prevê-se abrir 40 empreendimentos, o que significa um aumento de 10% em somente um ano”, destacou.

A questão da sustentabilidade deixou de ser vista como preocupação politicamente correta para tornar-se rentável, bem como o uso de estratégias de comunicação 2.0 – ou seja, as redes sociais. Entre os especialistas, foi unânime a premissa de que essas plataformas não devem ser meros meios de propaganda, mas também meios multilaterais de relacionamento, o que agrega muito à marca.

Abordando a questão do atendimento estratégico, o sócio da empresa Ponto de Referência, Edmour Saiani, ressaltou a importância de enxergar o relacionamento com o cliente como ponto crucial para os negócios. “Dentre os motivos que impulsionam o consumidor a abandonar uma marca e migrar para outra, 30% estão relacionados a produtos e 70% a atendimento”, alertou o especialista.

Na sequência, Dr. Francisco Alvarez, professor da USP e ESPM, enfatizou o problema do excesso de produtos para satisfazer aos desejos do cliente. “Na tentativa de aumentar o mix de mercadorias, há uma saturação de produtos que mais confunde o consumidor do que o satisfaz”. Valendo-se da premissa “retail is detail” (varejo é detalhe), Dr. Alvarez mencionou outro problema dos excessos de mercadoria: “na tentativa de impressionar o cliente com sua gama extensa de produtos, o varejista acaba escondendo outras mercadorias. É sumamente importante lembrar-se da seguinte regra: se o produto não está visível, ele não está à venda”, ponderou o especialista.

Fechando o evento, o sócio-diretor da GrowBiz, Dagoberto Hajjar, abordou os aspectos tecnológicos que prometem revolucionar as práticas varejistas. Na sua apresentação, a tônica manteve-se em torno das condutas não-invasivas de obter informações estratégicas sobre o cliente e, ao mesmo tempo, encantá-lo ao invés de importuná-lo. “Na tentativa de obter os gostos e desejos dos clientes, muitos varejistas tornam-se hostis, fazendo da sua relação com o consumidor um verdadeiro ‘Big Brother’, assustando-o ao invés de criar relacionamentos”.

Quanto às tecnologias incorporadas no dia a dia das empresas, o especialista foi categórico em afirmar que “só valorizamos a tecnologia quando ela efetua alguma tarefa que não conseguimos realizar manualmente”. De acordo com o executivo, “quando a tecnologia apenas burocratiza processos, ela é inútil”, finalizou.

Fonte: Varejista

2 de Março de 2010

Varejo reverte queda e movimento cresce em fevereiro, aponta Serasa

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Comportamento, Varejo

A atividade do comércio voltou a crescer em fevereiro, com expansão de 0,2% no movimento varejista na comparação com o mês anterior, já descontados os efeitos sazonais. Em janeiro, houve recuo de 0,6%, segundo o indicador da Serasa Experian divulgado nesta terça-feira.

Com exceção do movimento das lojas de veículos, motos e peças, que tiveram redução de 0,7% no mês passado, todos os demais setores pesquisados apresentaram crescimento. O destaque ficou por conta das lojas de material de construção (3,0%) –foi o quarto mês consecutivo de crescimento do segmento, que acumula variação de 16,1% a partir de novembro.

Na comparação com igual mês em 2009, houve alta de 10,0% no movimento do varejo, sendo fevereiro o quarto mês consecutivo em que a taxa anual de crescimento ficou na casa dos 10%. Vale lembrar que a base de comparação nesse período (novembro de 2008 a fevereiro de 2009) estava enfraquecida devido à crise econômica mundial.

No primeiro bimestre, a atividade do comércio registra crescimento de 10,1%, liderada pelo segmento de veículos, motos e peças (21,0%) e de móveis, eletroeletrônicos e informática (20,0%). Apenas o setor de combustíveis e lubrificantes apresenta queda nesse confronto (- 3,3%).

Fonte: Portal Varejista

25 de Fevereiro de 2010

Inadimplência do consumidor atinge 7,7%, o menor nível desde outubro de 2008

Publicado por Bianca Schiavi em Geral

A inadimplência dos consumidores ficou em 7,7% das operações de crédito em janeiro. Frente a dezembro, o índice registrou queda de 0,1 ponto percentual, pois, naquele mês, a inadimplência ficou em 7,8%. O resultado do primeiro mês do ano é o menor desde outubro de 2008.

No mesmo período, as dívidas vencidas de 15 a 90 dias representaram 5,6% das movimentações, o mesmo percentual verificado no último mês de 2009.

De acordo com os dados da “Nota de Política Monetária e Operações de Crédito”, divulgada pelo Banco Central nesta quarta-feira (24), a taxa total de não-pagamento registrada em janeiro último (13,3%) - incluindo dívidas vencidas e inadimplência - é 2 p.p. menor do que a apurada no mesmo período de 2009 (15,3%).

Cheque especial é destaque

Pela segunda vez consecutiva, a inadimplência no cheque especial superou a registrada pela linha de crédito para aquisição de outros bens. Em janeiro, inadimplência do cheque especial ficou em 11,7% e a da linha para aquisição de outros bens, em 11%.

Na comparação com janeiro de 2009, a inadimplência no cheque especial subiu 1,5 ponto percentual. Frente a dezembro, por outro lado, houve queda, de 1,1 p.p.. O resultado de janeiro é o menor desde julho de 2009 para essa linha de crédito.

Já a inadimplência para aquisição de outros bens registrou queda de 1,1 ponto percentual frente a dezembro e de 2,8 p.p. na comparação com janeiro de 2009.

Na tabela abaixo, é possível avaliar a composição da taxa nas diversas modalidades, incluindo dívidas vencidas entre 15 e 90 dias e inadimplência (considerada acima de 90 dias de atraso), para janeiro e o mesmo período do ano anterior.

Fonte: Info Money Pessoal

19 de Fevereiro de 2010

Ninguém negocia com inimigo

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Comportamento

Evaldo Costa

Você negociaria a compra de um bem com um inimigo? Pouco provável, não é mesmo? Muitos consultores de vendas não percebem que precisam desenvolver afinidades antes de quererem vender algo ao cliente.

Aliás, boa parte dos clientes somente decide pela compra quando passam a acreditar no vendedor. O tempo que leva para consolidar o elo de confiança dependerá de muitos fatores, a exemplo, da reputação da empresa, da marca, do profissional de vendas, da forma como o cliente foi abordado etc.

Tudo que a maioria dos consultores de vendas deseja é vender o produto. Ele sabe que, quanto mais vendas fizerem, maiores serão os seus ganhos. O que poucos sabem é como agir para que as vendas se maximizem. Naturalmente, o passo mais estressante do processo de vendas é a negociação, justamente a que antecede o fechamento. É nesta fase que os vendedores menos experimentados pensam perder a venda. Com um pouco de reflexão, eles descobrirão que chegaram à negociação de maneira “forçada”. É como se o médico quisesse fazer o parto antes do tempo. Poderá até conseguir, mas não sem prejuízo para o bebê.

Os profissionais de vendas sabem ou deveriam saber que a meta principal para a conclusão de uma venda é escalar com segurança e sabedoria cada degrau do processo de vendas. Se ele tentar pular algumas fases poderá até, com um pouco de sorte, realizar a venda, mas os riscos de perdê-la serão tão grandes, que não vale a pena tentar.

Você já tentou escalar uma montanha íngreme? Se já fez algo do gênero, saberá que dar passos firmes e manter-se atento às possibilidades de queda é o mínimo necessário para alcançar o topo. Você só chegará lá se for capaz de superar cada pequeno obstáculo que encontrar pela frente. Além disso, para ser bem sucedido na escalada é fundamental estar atento aos primeiros passos, até se acostumar com o terreno. Se tentar subir muito rápido no início da jornada, poderá deparar-se com terreno minado, levar uma queda inesperada e ficar impossibilitado de continuar.

O mesmo ocorre com o processo de vendas. O consultor bem sucedido sabe que é preciso superar cada etapa da venda para que as partes se conheçam melhor e se beneficiem com o melhor acordo possível. É preciso ter em mente que o fechamento da venda é fruto do início de seu relacionamento comercial - ambas as partes devem descobrir a melhor forma de “trabalhar e ganharem juntos”.

Normalmente, em uma venda, os dois (cliente e vendedor) ganham ou ambos perdem. O que você prefere? Ganhar com ele ou ganhar dele? Você pode até dizer que o mais importante é ganhar sempre. Mas, é bom ficar atento, pois para triunfar na profissão não basta ganhar a qualquer custo, é preciso ganhar certo para ganhar sempre.

* Evaldo Costa - Diretor do Instituto das Concessionárias do Brasil. Escritor, consultor, conferencista e professor. Autor dos livros: “Alavancando resultados através da gestão da qualidade”, “Como Garantir Três Vendas Extras Por Dia” e co-autor do livro “Gigantes das Vendas”.

Site: www.evaldocosta.com

Blog: http://evaldocosta.blogspot.com

E-mail: evaldocosta@evaldocosta.com

10 de Fevereiro de 2010

Soluções ADDMARK garantem expansão da Preçolândia

Publicado por Bianca Schiavi em Geral

A Preçolândia, rede de varejo com 14 lojas em São Paulo, acaba de implantar seu centro de distribuição na Vila Leopoldina, em uma área de mais de 4.000 metros quadrados, onde a empresa concentrará as operações de e-commerce, lista de noivas e distribuição para lojas.
A ADDMARK está participando da expansão da empresa fornecendo coletores de dados e os demais equipamentos necessários para a automação do novo centro de distribuição Preçolândia e treinando a equipe, que já está tendo muitos benefícios com a instalação do sistema WMS (Warehouse Management System), entre eles otimização do tempo e maior controle sobre as operações.

“Com a automação do novo centro de distribuição, feita pela ADDMARK, será possível atender com maior agilidade aos pedidos dos clientes e também poderemos oferecer nossos produtos para clientes em outras regiões do Brasil.” - destaca Hélio Freddi, diretor da Preçolândia.

10 de Fevereiro de 2010

Sua impressora está legal?

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Notícias e Curiosidades, Automação Comercial, Varejo

No mês de outubro passado foi publicado no Diário Oficial da União que todas as Impressoras Fiscais Bematech MP 2100 TH FI devem ser da versão 01.01.01.

Entre em contato com nossa assitência técnica, por email - at@addmark.com.br ou pelo telefone (11) 4195-2444, ramal 292 e verifique se a versão da sua impressora está de acordo com as normas do fisco.

8 de Fevereiro de 2010

Confiança do e-consumidor sobe para 86,3% no ano de 2009

As lojas eletrônicas brasileiras foram consideradas confiáveis por 86,3% das pessoas que fizeram compras pela Internet durante todo o ano de 2009. Essa é a principal constatação do Índice de Confiança do e-consumidor, estudo desenvolvido pela e-bit, empresa especializada em informações de e-commerce, em parceria com o Movimento Internet Segura (MIS), comitê da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), dedicado a atuar na educação do usuário para que o mesmo evite cair em golpes aplicados pela rede.

Durante os 12 meses houve variação máxima de 1.7 ponto percentual entre o menor (fevereiro -85,59%) e o maior (agosto - 87,29%) índice de confiança.

Para o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, esse faturamento expressivo mostra que o consumidor está mais preparado e programado para comprar via web, além de estar com a confiança retomada para fazer compras.

Fonte: Portal Varejista

3 de Fevereiro de 2010

Retail Pro na NRF

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Aconteceu em Nova Iorque, no mês de Janeiro, a Big Retail’s Show, a maior feira de varejo do mundo, promovida pela NRF. E o Retail Pro, esteve presente mais uma vez, apresentando suas soluções completas para gestão de lojas. Outras grandes companhias da área de automação comercial, como Metrologic, Epson, Intermec e Motorola, também marcaram presença na feira, que mais uma vez foi um sucesso.

29 de Janeiro de 2010

Brasileiros estão entre mais dispostos a gastar com supérfluos em 2010, diz pesquisa

Publicado por Bianca Schiavi em Geral, Varejo

Folha Online

Os consumidores brasileiros e os asiáticos são os mais dispostos a retomar neste ano gastos em despesas que não são tidas como essenciais, como reformas da casa, artigos tecnológicos e férias.

Esta é uma das conclusões de uma pesquisa da consultoria Nielsen, que entrevistou em dezembro do ano passado 17.500 usuários de internet em 29 países para saber sobre sua confiança na economia, suas principais preocupações e seus hábitos de consumo.

A pesquisa coloca o Brasil no terceiro lugar do ranking de otimismo em relação à recuperação econômica.

De acordo com o estudo, o índice de confiança dos brasileiros é de 110, em uma escala de 0 a 200. Apenas Índia e Indonésia estão à frente do Brasil. Há seis meses, o índice brasileiro era de 96, colocando o país na quarta posição.

Artigos supérfluos

No Brasil, 49% dos entrevistados consideram que 2010 será um bom ou um excelente momento para voltar a gastar em artigos supérfluos e 38% acreditam que o ano “não será tão bom”.

A confiança dos brasileiros contrasta com a de outros países latino-americanos. Apenas 33% dos argentinos e 29% dos mexicanos pensam da mesma forma. Nos Estados Unidos, 31% dos ouvidos se disseram dispostos a investir em artigos supérfluos.

Segundo a pesquisa da Nielsen, 39% dos brasileiros planejam gastar dinheiro em férias, 43% em artigos tecnológicos e 40% em reformas em suas residências.

Apenas 11% dos entrevistados dizem não ter nenhum dinheiro sobrando para gastar com itens que não são essenciais.

Confiança global

O índice de confiança dos consumidores ao redor do mundo subiu de 82 para 87 entre junho e dezembro de 2009.

“A pesquisa da Nielsen mostra que nos últimos seis meses, os consumidores se tornaram mais confiantes na retomada de crescimento econômico de seus países”, disse James Russo, vice-presidente da consultoria.

Russo explicou que a expectativa de recuperação econômica é maior nos países em desenvolvimento do que nos desenvolvidos.

Mais de 90% dos americanos e dos britânicos ouvidos consideram que seus países continuam em recessão, enquanto 83% dos chineses e 60% dos cingapurianos dizem que suas economias já está crescendo novamente.

No Brasil, apenas 32% dos ouvidos acreditam que o país permanece em recessão, enquanto na Argentina e no México esse percentual chega a 69% e a 92% respectivamente. No primeiro trimestre de 2009, 69% dos brasileiros viam o país em crise.

Ásia

Os asiáticos, assim como os latino-americanos, são os consumidores com o índice de confiança na economia mais alto. Os europeus seguem sendo os mais pessimistas.

Na lista dos dez primeiros colocados no ranking de otimismo, seis países são da Ásia e dois da Oceania. Brasil e Canadá completam o grupo.

Hong Kong foi o país que teve maior crescimento em seu índice de confiança: foram 21 pontos de elevação. Com isso, o país saltou para a sétima posição.

Na outra ponta da tabela, o país em que o pessimismo mais cresceu foi o Emirados Árabes Unidos em decorrência da crise financeira de Dubai no final do ano.

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